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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Como Eu Faria a Nova Trilogia de Star Wars

 



Depois do sucesso espantoso de Mandalorian e o mega anúncio
do final do ano com uma enxurrada de novas produções da
franquia Star Wars, ficou bem claro que a própria
Disney considera essa última trilogia um fiasco, já
que pelo que vi nada do que foi anunciado parece
fazer ligação direta com essa trilogia meia-boca.


Bem, eu não estou aqui pra ficar falando mal das sequels,
todo mundo já tá fazendo isso, chega de chutar cachorro morto.


No artigo de hoje, eu falarei para vocês como eu faria
uma nova trilogia.

Sim é mais uma daqueles postagens imaginativas.

Acho que todo mundo que ficou insatisfeito com os últimos
filmes, já os imaginou de forma diferente.

Chegou a hora de contar como seria a minha versão, começando
com aonde essa trilogia iria se passar.







Daqui á algum tempo, em um futuro não tão distante




Eu iria fazer algo meio radical, pra começar.

Faria a história se passar séculos no futuro.

Sim, tomando com base a Era do Legado, eu
faria a nova trilogia se passar tanto tempo
depois da clássica, que os acontecimentos da mesma
seriam quase lendas nos tempos atuais.


Claro, fazer a história se passar em um  futuro tão distante
seria um problema se fosse levar em conta a nostalgia, como
a trilogia canônica fez trazendo os atores antigos de volta, porém
a intenção seria essa mesma, mostrar uma nova geração de heróis
sem ter a necessidade de ter ligações diretas com os antigos.

É evidente que os Skywalkers são e sempre serão
os personagens mais importantes da saga, mas o próprio
já citado Mandalorian prova que Star Wars é um universo
bem maior e que dá pra explorar muita coisa.



Estabelecido onde a trama se passa, hora de falar dos personagens.








Os mesmos ? Não exatamente


(Arte de Daekazu).




O trio central de personagens agora seria Rey, Finn e Ben (foi mal Poe)
porém eles teriam  diferenças da versões oficiais.



Rey ainda seria a protagonista, seria órfã e o seu planeta natal
ainda é Jakku, porém ela não seria descendente de ninguém
muito poderoso na Força e nem teria poderes tão espantosos logo
de cara.

Ela seria mais pé no chão e teria sido encontrada ainda criança pelo atual
líder da ordem Jedi, um certo Cade Skywalker (vindo direto do antigo universo
expandido).

Rey foi uma padawan de Cade e no primeiro
filme ela teria acabado de se tornar uma Jedi.


Outro que seria um Jedi recém formado é o Ben, que aqui
seria de cara um dos heróis da história.

Ele não seria descendente dos Solo ou dos Skywalker, sendo
apenas um Jedi talentoso, que teria uma rixa com a Rey
que logo iria evoluir pra um romance.

E enfim teríamos o Finn (que trocadilho mais cretino), que
seguindo o modelo da trilogia oficial também teria relação
com os Stormtroopers, ou mais menos isso.

Além dos Jedi, a nova república teria agora um exército,
que seria similar aos Clones das prequels, porém
sem serem clones.

 Por não ser um usuário da Força e querer provar o seu valor,
Finn tentaria entrar para o exército, mas não iria conseguir,
porém as circunstâncias o fariam conhecer Rey e Ben e os
ajudá-los nas batalhas, com ele conseguindo assim ser um herói.

Além do trio principal e o Cade, outros personagens de apoio
seriam o Poe novamente como um piloto, Jaina
baseada na Jaina Solo do legends, mas que aqui não
seria uma Solo e sim uma amiga Jedi de Rey e Ben
e mais tarde o interesse amoroso do Finn, BB-8
e Maz Kanata (com um papel mais relevante agora).



Esses seriam os heróis, mas pra uma história
ser considerar boa, ela precisa de vilões.

Vamos á eles.







Uma Nova Ameaça 


(Arte de Otisso).



Os vilões seriam o Snoke e o Kylo Ren, mas
eles seriam bem diferentes dos canônicos.

Pra começar Snoke não seria um velho esquisito, que
no fim se revelaria como uma simples marionete
do Palpatine e sim um vilão de verdade.

Imagine ele como o Darkseid/Thanos de Star Wars.

Sim, ele seria grande é assustador como os dois vilões
citados e ele e o seu exército seriam de uma outra galáxia.

Após ter dominado a mesma, Snoke e o seu exército atacariam
a galáxia tradicional da saga.

Sim, ele seria um usuário do lado negro da Força, mas não
exatamente um Sith.

Kylo Ren seria o seu braço direito e logicamente não seria o Ben Solo
e não teria qualquer relação com os Skywalker, sendo apenas um
usuário maligno da Força.

Em uma pegada meio Boba Fett na trilogia clássica,
o verdadeiro rosto de Ren não seria revelado.

Outros dois vilões dos filmes recentes também estariam presentes 
aqui, o General Hux e a Capitã Phasma, mas igualmente diferentes
de suas versões originais.


E por fim outra personagem do universo expandido seria
incluída nos filmes, a Darth Talon.




Enfim...



A nova trilogia Star Wars tinha um potencial enorme, porém
disputas internas, muitas interferências e produção de gente
sem amor ao universo Star Wars, resultaram em filmes sem alma e descartáveis,
que pouca respeitam a própria saga (na minha opinião, pra deixar claro).

Não estou afirmando que o que eu escrevi acima é melhor,
o objetivo do post era mostrar como eu faria os filmes, mostrar uma outra
versão dos mesmos e não
afirmar que eu faria melhor.

Afinal da mesma forma como eu não curto, tem muito gente
que gosta da trilogia sequel.

E é isso, até a próxima 



quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Saint Seiya Omega é Mesmo Tão Ruim Assim ?!



Finalmente eu terminei de assistir Cavaleiros do Zodíaco: Ômega
já que fazia um certo também desde que comecei a ver o anime
e acho que vale a pena falar o que eu achei da obra, que costuma
ser tão odiada pelos fãs do anime clássico.

O Ômega é mesmo esse desastre todo que falam ?

Já adianto que na minha opinião, não, não é.


Ele tem coisas boas e ruins como qualquer anime
e é disso que falarei aqui.


Vamos em frente.






Uma Nova Geração



Antes de mais nada, devo avisar pra quem ainda não sabe
que o Ômega não é canônico.

Se você odeia esse anime e não aceita como sequência
do clássico de jeito nenhum, saiba que basta simplesmente
ignorá-lo, já que ele se trata de um futuro alternativo.

Com isso esclarecido, vamos em frente.

O anime se passa muitos anos depois da guerra de Hades,
mostrando uma nova geração de Cavaleiros, que agora
são treinados em uma escola especial chamada Palaestra.

O novo protagonista e Cavaleiro de Pégaso é um
rapaz chamado Kouga, que se une á outros Cavaleiros de Bronze
e juntos inicialmente devem combater o deus romano
da guerra Marte.


Hora de comentar sobre cada um desses novos
cavaleiros protagonistas.







Kouga de Pégaso



Kouga é órfão e foi criado
por Saori e a relação deles na teoria deveria ser 
de mãe e filho, mas não é bem isso o que acontece
na prática, Kouga gosta e respeita e Saori, mas
não a ver exatamente como sua mãe.

A personalidade dele é parecida com a do Seiya, com ele
sendo determinado e corajoso, porém ele também
tem as suas diferenças, não sendo exatamente um
Seiya 2.0 como aparenta no começo.

Kouga não é o melhor protagonista de um anime, mas
também não é o pior, ele é apenas ok.





Souma de Leão Menor


O melhor amigo de Kouga e o primeiro companheiro á
se unir á ele.

Souma é um personagem legal, apesar de inicialmente
ser mais um com o clichê de querer vingar a morte
do pai, mas no decorrer da série ele evolui
e se torna mais interessante.

Outro ponto legal do personagem é ele
usar a armadura de Leão Menor, mostrando
que os novos protagonistas não precisam
seguir á risca os Cavaleiros de Bronze clássicos.








Yuna de Águia



Dessa vez a equipe conta com uma garota entre os seus membros,
a amazona Yuna (abro parênteses pra falar de algo
que acho bizarro na dublagem, que é as amazonas
serem chamadas de "Mulheres Cavaleiros", que não faz
o menor sentido).

Yuna é bem inteligente e costuma ser 
a voz da consciência da equipe.

Quem já conhece o universo de CDZ, sabe que
as amazonas usam máscaras, mas deram uma
desculpa pra Yuna tirar a dela (é uma desculpa,
meio forçada na minha opinião, mas bola pra frente).

O visual dela é bem diferente dos demais,
com ela sendo bem "garota mágica",
quase uma Sailor.

Na reta final do anime, as vezes parece que 
rola um clima entre ela e o Souma, mas talvez
seja só uma viagem da minha cabeça.





Ryuho de Dragão



Ryuho é o único novato que é realmente filho de um
dos heróis do clássico, no caso do Shiryu e da Shunrei.

Mas apesar de quem ele é filho, no início da série, Ryuho faz o papel de
Shun da equipe, sendo o mais frágil
e pacifista.

Isso muda depois com o personagem ficando mais parecido
com o seu pai com o tempo.

Não sei se essa mudança foi intencional dos roteiristas
ou não, mas é legal ver o personagem evoluir.








Haruto de Lobo



O quinto membro do grupo é o ninja chamado
Haruto, que na minha opinião é o personagem novo
mais fraco dos protagonistas.

Tá bem na cara que ele foi feito
pra tentar surfar no sucesso de Naruto,
pois além de ser um ninja, o nome
dele também soa parecido.

Mas o que me fez gostar menos desse personagem
do que os outros é motivo que fez
ele quase deixar de ser um Cavaleiro no início da saga
de Pallas: Ele queria ser roqueiro.

Ok, eu amo Rock, mas ser um Cavaleiro
que defende a Terra me parece ser bem mais importante não é ?


Bem, praticamente todos os Cavaleiros de Bronze novatos passam
por esse momento de quase desistência nessa fase do anime, mas
os motivos dos outros eram aceitáveis, pro Haruto parece
que só arrumaram uma desculpa esfarrapada mesmo.








Eden de Órion



Para todos os efeitos, o Eden é o Ikki do Ômega, começando
como um antagonista e filho do primeiro vilão Marte,
mas mudando de lado depois de um acontecimento importante,
que não posso comentar porque é um spoiler grande.

No começo eu não achava o Eden, tão revelante assim,
mas depois passei a acha-lo um personagem interessante.

Ele não tem o carisma do já citado Ikki, mas é bem legal sim.

Gosto também de como a rivalidade mortal dele com 
o Kouga evolui pra uma amizade bem genuína na minha
opinião.












Subaru de Cavalo Menor 



Na segunda saga do anime, um novo membro entra
para o grupo, um garoto chamado Subaru.

Introduzido como um cavaleiro de aço (já falo deles),
Subaru inicialmente parece ser só um moleque chato
com mania de grandeza (ele vive repetindo que
vai se tornar um deus), mas no decorrer dos episódios
passamos a simpatizar com ele e entender os
seus motivos.

Subaru se torna Cavaleiro de Cavalo Menor
mais tarde e nessa fase do anime ele
 é na prática quase um coprotagonista ao lado
de Kouga.

Acontece algo que achei bem interessante com ele
na reta final, é um acontecimento importante por
isso não vou dá spoiler pra quem não viu, mas
posso dizer que desde a primeira aparição dele
já tinha a semente do que estava  por vir.



Agora que falei dos personagens principais do anime, hora de falar
dos problemas e acertos deles começando por um dos mais
controversos: Os Elementos.








Pokémon do Zodíaco




Uma coisa que incomodou muito a galera, foi os Cavaleiros agora
serem classificados também por elementos.

Bem, no clássico meio que já tinha isso com 
Shiryu/água, Hyoga/gelo, Ikki/fogo e etc, mas era algo mais
espontâneo e que fazia sentido nas tramas e nem todo mundo
tinha um elemento específico.

Abordar isso no Ômega foi uma derrapada do anime
e realmente não funcionou tanto que foi abandonado
depois.

Curioso que é uma das "cópias" de Cavaleiros, o
Samurai Warriors usa justamente essa premissa de elementos
com cada um dos heróis representado um deles.

Coincidência ?







Os Cristais de Armadura



Outro ponto ainda mais criticado que os elementos foi
o cristal de armadura.

O conceito das armaduras agora ficarem em pequenos cristais
e não mais em grandes urnas foi rejeitado por muita gente,
apesar que teve quem gostou.

Eu particularmente não desgosto dos cristais, eles são
realmente mais práticos se for pra pensar em um ponto
de vista mais realista, porém estamos falando
de uma obra onde heróis usando armaduras mágicas
lutam por uma deusa, então não tem necessidade 
de ter realismo.

Sinceramente pra mim tanto faz se as armaduras ficam
em cristais ou em caixas, eu aceito as duas coisas.


 
E já que falei de onde as armaduras são guardadas, hora
de falar justamente delas, como os visuais iniciais não
agradaram uma galera também.






Armaduras ou Colantes ?





Desdas primeiras imagens de divulgação,
o design das armaduras do Ômega foi rejeitado, por 
muitos achavam que as armaduras mais
pareciam colantes de super-heróis do que armaduras
de verdade.

Um amigo meu chama elas de "pijamas" pra
vocês terem uma ideia.

E realmente, o visual inicial das armaduras
é estranho, mas isso foi outra coisa
que melhorou depois, quando as vestimentas
evoluíram na história e finalmente ficaram
com mais jeito de armaduras mesmo.



Bem, hora de falar do último ponto negativo do anime
que é o mais importante dele no fim das contas.











A História Começa Fraca






Sim, é de lei que quase todo anime shonen começa
meio parado e fraco e só pega o ritmo depois, mas
no Ômega isso demora pra acontecer.

Boa parte da saga de Marte é chata, desinteressante e
até mesmo mal escrita em alguns momentos.

As novas Doze Casas só melhora na reta final
e boa parte dos Cavaleiros de Ouro novos
são ruins, com algumas exceções como
o Harbinger e o Genbu.

O fato da menina Ária se uma espécie
de segunda Athena também é bem confuso.




Bem, chega de falar das partes problemáticas, hora
de falar das boas.









As Batalhas São Boas



Pode parecer até besteira comentar sobre isso, mas é realmente
um aspecto importante do anime.

As lutas dele são boas.

É verdade que início as batalhas são apenas básicas e satisfatórias,
mas depois elas melhoram bastante, fazendo até mesmo
que o público se empolgue com as mesmas.

Principalmente as batalhas da reta final.








A Expansão do Universo Não é Ruim



O Ômega explora algumas coisas interessantes como a Palaestra.

Muita gente foi contra o conceito de uma escola para Cavaleiros,
mas eu realmente gosto da ideia e acho que faz sentido
dentro da trama.


Outro ponto legal é os Cavaleiros de Aço serem um exército
de apoio, também acho que faz sentido, apesar de achar os episódios
focando nos Cavaleiros de Aço originais meio forçada de barra.







A Trilha Sonora É Ótima




Bem, toda a franquia tem uma excelente trilha sonora, isso
não é exclusividade do Ômega, mesmo assim temos
que aplaudir a qualidade das músicas do anime.

É uma melhor do que a outra, mas
não acreditem só nas minhas palavras,









E Por Fim a História Melhora (e Muito)




Sim, como eu disse antes a história começa meio fraquinha,
mas no final da primeira saga mesmo ela já dá uma melhorada
desenvolvendo bem alguns dos personagens e finalmente
na saga de Pallas dando merecido destaque aos cavaleiros
clássicos, sem ofuscar a nova geração de protagonistas, sem falar
na reviravolta final, que apesar de esperada pra quem prestar
atenção nas pistas (nada sutis é verdade) que o anime dá,
ainda assim é boa.



Enfim, como eu disse no começo do artigo, Saint Seiya Omega
é sim um bom anime.

Ele tem os seus problemas como vocês bem viram aqui, mas
também tem qualidades e no fim o considero uma boa
obra.


E é isso defensores de Atena, até a próxima.










 

domingo, 6 de dezembro de 2020

Os Meus Contos Favoritos do Conan



O meu primeiro contato com o universo de Conan,
foi ainda na infância, através das HQs da Marvel.
 (Sim, era cedo demais para eu ver
carnificas e mulheres nuas, mas fazer o que ?)
e mesmo ficando espantado com teor das histórias,
eu logo acabei gostando daquele universo fantástico


Porém levaria um bom tempo para eu descobrir que
Conan é um personagem oriundo da literatura,
tendo sido criado pelo genial Robert E. Howard
e também levou um tempo até eu finalmente ter contado
com os contos originais do personagem.

Agora eu finalmente o fiz e li já bastante coisa com
o famoso bárbaro da Ciméria e sendo assim acho que posso
fazer uma lista com as histórias que mais gostei do mesmo.


Sendo assim, escolhi seis delas.

Vamos começar.







6 - O Estrangeiro Negro (The Black Strange)





A primeira vez que li essa história foi nas páginas
da versão em quadrinhos da mesma, publicada
nos números 90 e 91 de A Espada Selvagem de Conan
e só anos depois, eu tive contato com a versão original da mesma.

Na trama, Conan se alia á piratas e á um conde chamado
Valenso, para juntos conseguirem um tesouro.

Valenso está fugindo de alguém que o aterroriza muito, 
preferindo viver com os seus súditos em uma
praia, que fica bem perto dos selvagens pictos,
sendo justamente no território deles, onde o tesouro
se encontra.

Como é de praxe nos contos de Conan, também existe
uma bela donzela na história, uma sobrinha de Valenso
chamada Belesa, sempre acompanhada de sua criada,
uma menina chamada Tina.


The Black Strange é uma das histórias de pirata de Conan,
contando também com um ar de faroeste graças á presença
dos pictos (que representam índios) e claro, o toque sobrenatural
que não poderia faltar.


O final também é um tanto quanto surpreendente, que apesar
de não ser sombrio, Conan acaba não conseguindo bem
o que queria.







5 - A Fronteira do Fim do Mundo (Beyond the Black River)



Eu disse que a história anterior tem um toque de faroeste,
já está é totalmente uma história do gênero, só trocando as
balas por espadas.

A trama se passa em Conajohara e mostra Conan
e um jovem guerreiro chamado Balthus enfrentando
a selvageria dos pictos.

A história é uma das melhores (e mais selvagens) de Conan.


Ela foi adaptada para os quadrinhos nos números 26 e 27
de Savage Sword of Conan.








4 - A Sombra do Palácio da Morte (The Slithering Shadow)



Essa história começa com Conan e sua companheira,
uma bela jovem chamada Natala perdidos em um deserto,
sem condução ou água.

Os dois acabam então encontrando uma estranha cidade, onde
quase todos os seus habitantes estão em sono profundo, quase como
mortos-vivos.

Lá eles conhecem uma feiticeira chamada Thalis, que é tão linda
quanto traiçoeira.

Ela se apaixona por Conan e tenta matar Natala á sacrificando
para uma criatura que parece que saiu de uma história
de Lovecraft (levando em conta que Howard e Lovecraft
eram amigos, isso não é tão surpreendente).

Conan então tem que enfrentar o terrível monstro, se ele
e sua garota quiserem sair vivos dali.


The Slithering Shadow é uma história bem eletrizante.

Ela começa com o nosso herói bárbaro já em uma situação
difícil e quando se imagina que a coisa vai melhorar, ela piora
muito mais.

É realmente uma boa aventura.







3 - A Cidadela dos Condenados (Red Nails)



Considerada por muitos como uma das melhores histórias
do Cimério (e que quase ganhou uma adaptação animada),
a Cidadela dos Condenados coloca Conan
juntamente da pirata Valeria, no meio
de uma guerra entre dois brutais clãs.

Guerra essa que ocorre dentro de uma gigantesca e fechada
cidade.

Red Nails tem tudo que fez Conan se tornar um marco
da literatura: Grandes cenas de ação, belas mulheres
e muito miticismo e traições.

Assim como Bêlit, Valeria acabou se tornando uma
das figuras femininas mais famosas do universo de Conan,
principalmente após a participação da mesma no primeiro
filme do Bárbaro, sendo interpretada pela bela
Sandahl Bergman (mesmo com a personagem no longa
sendo um tanto quanto diferente da retratada no conto).

Red Nails foi a última história de Conan escrita
antes da prematura morte de Howard e claro, ela foi
adaptada para os quadrinhos pela Marvel.









2 - A Hora do Dragão (The Hour of The Dragon)



A grande maioria das histórias de Conan são contos,
com durações medianas ou pequenas, mas
esse não é o caso de A Hora do Dragão, essa trama
se trata de um verdadeiro épico e pelo que sei é
a mais longa história de todas.

A trama acompanha um Conan mais velho, já atuando
como rei, que acaba perdendo o seu reino
por causa das maquinações de terríveis inimigos,
sendo o principal deles,  o mago ressuscitado Xaltotun.

O resto da história mostra as terríveis batalhas e provações
que Conan precisar passar para recuperar o seu trono.


Muitos consideram The Hour of Dragon como a melhor
história de Conan.

Não é a minha favorita, já que está em segundo lugar aqui,
mas eu entendo perfeitamente os motivos de quem prefere ela.








1 - A Maldição da Lua Crescente (A Witch Shall be Born)



Essa acabou se tornando a minha história predileta de Conan
e existem vários motivos para isso.

O fato do principal antagonista ser uma mulher fugindo do habitual, 
de Conan chegar muito perto da morte (arte acima) e mesmo
sendo uma das melhores histórias do Cimério, o próprio Conan
é quase um coadjuvante, já que ele aparece pouco.


Bem, a história mostra o golpe da feiticeira Salomé que
toma o reino de sua irmã gêmea Taramis usando de feiticeira
e a ajuda de um homem cruel chamado Constâncio "O Falcão"

Conan que trabalhava para Taramis
é fiel á mesma e está ciente que Salomé está ser passando 
por ela e por isso é visto como uma ameça.

Porém os vilões descobrem da pior maneira que é não
tão fácil matar um bárbaro como Conan.

Como na Hora do Dragão, apenas muito derramamento 
de sangue pode ajudar a recuperar o reino tomado.

A cena de crucificação de Conan é bem famosa, sendo
até reprisada no já citado primeiro filme.




Bem e é isso fãs de Conan,
até a próxima.









(As artes desse artigo são de Frank Frazetta, Earl Norem,
Alex Horley, Gil Kane, Boris Vallejo e Renato Casaro).




 

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