Páginas

domingo, 17 de novembro de 2019

E se o MCU Fosse Mais Antigo ?



A minha primeira ideia de artigo, era falar das coisas que considero
ruins e mal adaptadas no universo cinematográfico da Marvel, mas
depois eu pensei melhor e percebi que isso seria perda de tempo.

Eu então fiquei sem ideias para um novo artigo, até que uma bomba
explodiu.

O Homem Aranha quase deixou o MCU.

A Sony e a Disney (que como todo mundo sabe, é a dona
da Marvel e de metade do planeta), estão em uma
situação não muito instável sobre os direitos do herói
e a participação dele no MCU quase acabou bruscamente,
mas no fim eles voltaram atrás (pelo menos por enquanto).

Bem, essa situação do Aranha e aquela dos X-Men e do
Quarteto Fantástico que pertenciam a Fox e a Marvel
só resolveu quando a Disney comprou a Fox, me inspiraram
á escrever uma postagem especulativa.


E se a Marvel tivesse os direitos de todos os seus heróis
no cinema desde sempre ?

Se como a DC, ela fosse dona de todo mundo
podendo usá-los quando quisesse ?


O MCU seria muito diferente acredite e é sobre
isso que eu vou falar aqui, começando com....





O MCU Teria Começado Bem Mais Cedo




Falar que ele teria surgido nos anos 80 ou 90 seria
viagem da minha parte, mas é fácil supor que pelo
menos na virada do milênio a coisa teria início.

Se o MCU real que começo em 2008, já tem inúmeros filmes,
um iniciado em 2000, teria muito mais.

Sem falar nas muitas sagas que seriam adaptadas, nos personagens
que teriam morrido (e talvez até ressuscitado, vai saber ?) e como
alguns seriam veteranos agora.






O Homem de Ferro não seria o primeiro




Sim, se a Marvel tivesse todo mundo de cara, o herói enlatado não
seria o pontapé inicial, pode acreditar.


Com certeza os primeiros seriam o Homem Aranha e os X-Men, que
sempre foram as criações mais populares da Marvel.


É claro que o Stark, o Capitão, o Thor e etc seriam feitos também, mas provavelmente não
seriam os primeiros.


É de se supor também, que tendo os seus carros-chefes de cara a Marvel
iria demorar mais para usar os seus personagens de segundo e terceiro escalão ou
seja Doutor Estranho, Guardiões da Galáxia, Pantera Negra e por aí vai, iriam
demorar mais para ter filmes.








Mais Universos Compartilhados




Isso é fato, já que realmente aconteceu e provavelmente iria
se repetir nessa nossa realidade hipotética.

A DC teria acordado bem mais cedo e provavelmente teria
conseguido criar um universo cinematográfico bem sucedido
desta vez.

E também é quase certo que existiriam o Monsterverse do Godzilla,
os filmes derivados de Star Wars e por aí vai.









O MCU Seria mais ousado


Muito provavelmente essa estratégia deles de fazer filmes
para todas as idades não seria regra e eles se arriscariam mais, visando
não só um tipo de público.


Poderiam ter filmes de ação (Capitão América, Demolidor),
artes marciais (Punho de Ferro, Mestre do Kung-Fu),
Terror (Blade, Motoqueiro Fantasma) e até infantis
como possíveis filmes do Quarteto Futuro.

A Marvel talvez também começasse á fazer filmes
fora do seu universo principal, como os do
Novo Universo, Zumbis Marvel, 2099 e
por aí vai.







E o principal:
A Disney não teria a Marvel





Outra coisa que podemos supor, é que se a Marvel
tivesse o seu próprio estúdio logo de cara, tendo os
direitos de todos os seus personagens e fazendo um
sucesso estrondoso, não teria porque ela se vender para
a Disney (pelo menos eu acredito nisso).



Talvez as duas até fossem concorrentes, vai saber ?


E é isso, meus amigos nerds, o que nos resta é especular.








(Arte de Ryan Meinerding).



quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Franquia a Hora do Pesadelo - Nunca Durma.




Na minha humilde opinião, os melhores filmes de terror, são
aqueles que mexem com os medos mais primais dos ser humano.

Veja por exemplo o Massacre da Serra Elétrica e a
Bruxa de Blair, que focam no medo de ficar perdido
em um lugar desconhecido.

O medo de isolamento que vemos em Alien ou o temor
juvenil de ser esquecido pelos pais que é o tema do japonês
Dark Water.


Já o diretor e roteirista Wes Craven resolveu focar em outro medo comum
do ser humano e o elevá-lo ao máximo, o medo de ter pesadelos.

E assim nasceu uma das mais icônicas franquias do cinema de horror,
A Hora do Pesadelo.


Nessa postagem do Dia das Bruxas, farei pequenas
análises de todos os filmes da saga do assassino dos sonhos, o nosso
querido Freddy Krueger.


Venham comigo e não esqueçam do café, pois como vocês
já sabem, dormir é fatal.












A Hora do Pesadelo

(A Nightmare on Elm Street)



Lançado em 1984, o primeiro filme da saga é
na minha humilde opinião, o melhor até hoje.


Mas estou me adiantando.

Na trama Nancy Thompson (Heather Langenkamp)
e seus amigos, todos moradores da rua Elm, passam a ter pesadelos com um estranho
homem de pele queimada que usa chapéu, suéter das cores vermelha e preta e uma luva
com garras.


Logo todos que sonham com o macabro homem passam
á morrer das formas mais cruéis possíveis.

Ninguém compreende o que está acontecendo e um dos jovens é
acusado injustamente de ser o assassino.

Nancy tenta desvendar o mistério, mas os adultos
se recusam á falar, porém por conta própria a jovem
acaba descobrindo a verdade.



O assassino dos sonhos é na verdade um sujeito
chamado Freddy Krueger, que foi queimado
vivo pelos pais da vizinhança por ser um 
abusador de crianças.

De alguma maneira o seu espírito retornou como um
demônio que mata atacando com pesadelos.

Agora Nancy precisa superar o medo, para derrotar
o monstro dos sonhos.



O primeiro filme já estabelecia muita coisa
que seria repetida quase até a exaustão nos
filmes seguintes.


A maneira peculiar e inovadora do Freddy atacar as suas vítimas, os
sonhos insanos e psicodélicos e as final girls que sempre dão um jeito
de derrotar nosso querido vilão de cara queimada, até ele retornar no próximo filme.


E por falar em próximo filme, vamos á ele.














A Hora do Pesadelo 2 - A Vingança de Freddy

(A Nightmare on Elm Street 2: Freddy's Revenge)




Lançado no ano seguinte, 1985, a Hora do Pesadelo 2
tem como protagonista um jovem chamado Jesse Walsh (Mark Patton)
que tem a infelicidade de morar na mesma casa que no passado
pertenceu ao notório assassino de crianças Freddy Kruger.

Logicamente, Jesse passa á ser atormentado com pesadelos terríveis,
mas Kruger tinha outros planos pro rapaz além de atormentá-lo.

Ele o transforma em seu hospedeiro.

Sim, no filme Kruger usa Jesse para matar as suas vítimas e só
a força de vontade do rapaz e a ajuda da namorada Lisa Webber (Kim Myers)
o fazem vencer no final.


Sendo sincero, esse segundo filme é bem esquisto.

Eu não o considero realmente ruim, mas ele é bem inferior
ao primeiro.


Uma curiosidade é que muita gente nota,
uma mensagem meio homossexual na história.

Fazendo uma associação da possessão de Jesse, com
o desejo oculto dele de revelar a sua sexualidade.

Patton que interpreta Jesse e se assumiu homossexual
disse que o filme dá entender que o "rapaz está no armário"
em várias partes.













A Hora do Pesadelo 3: Os Guerreiros dos Sonhos

(A Nightmare on Elm Street 3: Dream Warriors)




Esse filme foi o primeiro da franquia, onde os produtores tinham uma vontade
clara de encerrar a história e quando analisamos o filme,
isso fica bem evidente.


Pra começar tínhamos a volta de Nancy, mas velha e experiente pronta
para o confronto definitivo com o Freddy.

E sem querer dá spoiler, mas já dando, tanto Nancy, quanto Freddy
morrem no final.


Bem na trama, Freddy ataca adolescentes que vivem em uma
clínica psiquiátrica e estes jovens são justamente os últimos
sobreviventes da rua Elm.

A nova protagonista do filme é a jovem Kristen Parker (Patricia Arquette)
que é a mais corajosa do grupo de sobreviventes e os lidera contra
o Freddy.

Eles recebem ajuda da agora madura Nancy, visando
dá um fim definitivo para o Freddy.


Outro ponto interessante é a exploração do passado de Freddy e
a revelação que ele é fruto de um estupro coletivo sofrido por
uma freira.



Bem, mesmo com alguns problemas, considero esse filme
um dos melhores da franquia e ele poderia ter sido sim, o
encerramento dela, mas vocês conhecem Hollywood.

Se algo dá dinheiro, eles não largam o osso.

E sendo assim, um quarto filme acabou saindo.














A Hora do Pesadelo: O Mestre dos Sonhos

(A Nightmare on Elm Street 4: The Dream Master)



Quando todos acharam que tinha acabado, Freddy claro
deu um jeito de voltar.

Lançado em 1988, o novo filme era
uma sequência direta do anterior e tinha uma nova
protagonista chamada Alice Johnson (Lisa Wilcox)
que deseja vingar a morte da amiga Kristen Parker.

Sim, Freddy retorna e logo de cara se vinga matando
os sobreviventes do filme anterior.

Apesar de ser de qualidade inferior
ao filme anterior, The Dream Master consegue ser um bom filme
e traz novas cenas de mortes nos pesadelos bastante criativas.

Sem falar que Alice é uma protagonista carismática e acabou
se tornando uma das mais queridas da franquia.













A Hora do Pesadelo 5: 
O Maior Horror de Freddy

(A Nightmare on Elm Street 5: The Dream Child)


Nesse filme de 1989, Freddy resolve fazer um plano diabólico para
voltar á assombrar os jovens de Elm Street.



Alice, a heroína do filme anterior está grávida e Freddy planeja
usar os sonhos do bebê para voltar a atormentá-la.

Enquanto a criança que ainda nem nasceu sonha,
Alice ver os seus entes queridos serem mortos um por
um pelo sádico assassino sobrenatural.

Mais uma vez, a garota precisa penar
pra dá um jeito no psicopata dos sonhos.


A essa altura do campeonato, a franquia
já dava sinais de desgaste, mas pelo menos os roteiristas
tiveram uma boa sacada com essa trama do Freddy atacar
usando os sonhos de um bebê.









A Hora do Pesadelo 6:
A Morte de Freddy

(Freddy's Dead: The Final Nightmare)


E chegamos ao fundo do poço.

É, eu não vou tentar enganar vocês e vou dizer logo
de cara: Esse filme é horrível.


Sério, essa parte seis tem a história mais fraca
e absurda de todas.

Freddy matou quase todos os jovens de sua cidade Springwood,
exceto um rapaz "chamado" John Doe (Shon Greenblatt)
que conseguir escapar.

O assassino dos sonhos então, almeja sair da cidade, matar o rapaz
e continuar
a sua carnificina em outros lugares, porém existe uma barreira que
o impede de fazer isso.

Mas para sorte dele um amnésico John retorna á cidade
acompanhado por outros jovens e uma psiquiatra chamada
Maggie Burroughs (Lisa Zane), que tenta ajudá-los.

E durante o filme é revelado que Maggie é na verdade
Katherine Kruger, ninguém mais, ninguém menos
que a filha de Freddy Krueger.


Pois é.

Bem, como o título do filme já escancara, eles
dão um jeito de derrotar o vilão definitivamente.










A Hora do Pesadelo 7:
O Novo Pesadelo

(New Nightmare)



Ao perceberem que a franquia estava desgastada, Craven
e companhia resolveram usar uma nova abordagem: A Metalinguagem.

Antecipando o trabalho que fariam na franquia Pânico,
eles usaram uma abordagem muito criativa.


A trama desse longa se passa no mundo real e
Heather Langekamp retorna interpretando...Heather Langekamp.

Pois é, no filme a longa franquia de filmes havia acabado
e Heather vivia uma vida normal com o seu marido 
Chase Porter (David Newsom) e o seu filho Dylan (Miko Hughes), 
porém acontecimentos terríveis passam á ocorrer com a família
e com os envolvidos nos filmes da saga, incluindo os
próprios Wes Craven e Robert Englund.


Uma entidade maligna, usava os filmes para se libertar,
quando eles acabaram, a criatura foi obrigada á atacar 
o mundo real.

Com um Freddy com o visual e atitude bem
mais ameaçadores, o Novo Pesadelo
mostrou que a franquia não estava morta
e só precisava de uma boa história.











A Hora do Pesadelo (Reboot)

A Nightmare on Elm Street (2010)





Depois do Novo Pesadelo Krueger teve
o tão esperado crossover com Jason em 2003 (em um filme
bem meia-boca diga-se de passagem) e após isso ficou um bom
tempo afastado do cinema, até que em 2010 retornou em
um reboot.


Halloween  e Sexta-Feira 13  já tinha ganho os seus respectivos
remakes, só restando o assassino dos sonhos.

O longa faz uma releitura da trama original
e tem como protagonista Nancy Holbrook (Rooney Mara)
que como a Nancy original passa á ser atormentada por
um macabro homem em seus sonhos, que começa á matar
os amigos da moça um por um.


O papel de Freddy ficou para Jackie Earle Haley.


O filme dirigido por Samuel Bayer, tem
até bons momentos e acerta ao mostrar o passado sombrio
de Krueger, mas no fim das contas acaba sendo um filme
bem fraco e bem abaixo de muitos da franquia, incluindo
o primeiro.


Depois do fracasso desse reboot, se especulou por anos
por um novo recomeço, mas até agora nada.

Só nos resta esperar.

É e isso pessoal.



Tenham bons sonhos.


(Arte de Kade Fisher).







sábado, 26 de outubro de 2019

Clássicos de Stephen King - Cujo.



Acho que só mesmo o Stephen King seria capaz de tornar
uma história sobre um cão raivoso, algo tão aterrorizante.

Nessa história somos apresentados a Cujo, um inicialmente dócil
cão são bernardo, mas que após contrair raiva, se torna uma
máquina de matar insana.


Na trama Cujo pertence a Brett Camber, um menino
que é filho do mecânico Joe Camber.

Quando o menino sai em viagem com a sua mãe, Cujo se torna raivoso
e começa a sua onda de mortes.

Pra piorar a desavisada dona de casa, Donna Trenton
acaba indo até a isolada oficina de Joe e ela e seu filho Tad
acabam ilhados em seu carro, incapazes de fugir ou pedir 
ajuda com o Cujo do lado de fora á
espreita.


O terror de Cujo acaba sendo mais psicológico do que físico e considero
isso o ponto alto da história.

O livro te leva a imaginar o que nós faríamos em
uma situação daquela.

Outra coisa bem interessante que King faz é mostrar
o ponto de vista do próprio Cujo, tanto quando era um
cão normal e também quando já está raivoso.



O lado sobrenatural tão presente no universo
de King também aparece aqui, mas é um tanto
quanto sutil e interpretativo.

E por falar em universo, Cujo tem ligações
com outros livros do autor como Zona Morta
por exemplo.


Cujo é um bom livro e se peca é por causa de
algumas subtramas que não agregam muito (como
um dispensável caso extraconjugal de Donna).



Como a maioria dos  livros de King, Cujo ganhou
uma versão para o cinema em uma 
produção de 1983, que saiu dois anos depois do lançamento
do livro.


Bem é isso galera, até a próxima
e nunca se esqueçam de vacinar 
os seus animais.





Clássicos de Stephen King - A Incendiária.



Apesar de não ser um dos livros mais famosos do mestre do horror
moderno, A Incendiária (Firestarter) é um bom livro e que foge
um pouco dos demais trabalhos de Stephen King.


A trama acompanha a história de Charlie McGee e 
seu pai Andy.

Ambos tem habilidades paranormais, Andy consegue
induzir as pessoas á fazerem o que ele quiser e Charlie é
pirocinética, ela tem a capacidade de provocar
incêndios com a mente.

Andy juntamente de sua falecida esposa Vicky (ela tinha uma leve telecinésia), 
conseguiram os seus poderes através de um experimento secreto feito
por uma divisão igualmente secreta do governo americano, conhecida
apenas como a "Oficina".

Charlie herdou os genes alterados dos pais, assim já nascendo com
os seus poderes ou seja, ela é uma mutante.

Interessados no potencial dos poderes da menina,
a Oficina tenta captura-la, porém Andy consegue
fugir com a filha, após ter a sua esposa assassinada pela
perversa organização.

Os dois consegue fugir por anos, até que a Oficina envia
o seu melhor agente para capturá-los, o psicótico 
John Rainbird.

Publicado em 1980, Firestarter, como eu disse
não é um dos trabalhos mais famosos de King, mas isso
não quer dizer que ele seja ruim.

A tensão crescente da história com a Oficina
chegando cada vez mais perto de Charlie e seu pai
e o fato dos poderes de Andy afetarem a sua saúde toda vez
que ele é obrigado a usá-los, te deixam presos na 
leitura.

A Incendiária virou filme em 1984, eu ainda não assisti,
mas pelo que li, ele não é uma boa adaptação.

E é isso, até a próxima postagem e
não brinquem com fogo.





(Arte de Michael Whelan).

domingo, 22 de setembro de 2019

Remakes de Jogos de Luta : Eternal Champions.


Artes de Amtai03 (Natnaree Thiboon).


Bem, depois das minhas postagens do Jump Force
e do Ultimate Tournament Fighters, resolvi fazer
mais uma no mesmo estilo.


Hoje irei contar para vocês como eu faria um 
novo jogo do Eternal Champions, esse game de luta
obscuro e esquecido da Sega, mas antes
acho melhor explicar que diabos de jogo é esse.









Campeões Eternos


Produzido pela Sega e lançado para o Mega-Drive
em 1993, Eternal Champions era um jogo de luta
e a primeira vista mais um daqueles que tentavam
fazer sucesso imitando Street Fighter II, porém esse jogo
tinha diferenciais.

Pra começar a história dele é bem melhor elaborada do que
a maioria dos jogos de luta daquela época.

Na trama, uma entidade cósmica chamada...
Eternal Champion, convoca guerreiros de várias eras
diferentes para lutarem entre si em um torneio de artes marciais.

Todos eles tiveram mortes horríveis e prematuras e agora tem uma
chance de voltar é viver as suas vidas da maneira certa.

Sim, o plot do jogo é bem diferentão.

O jogo também se baseava em Mortal Kombat, pois
tinha violência explícita, mas ao contrário de MK, era mais difícil
executar os adversários.

A única maneira era derrotá-lo em uma parte específica do cenário
onde o lutador cairia e sofreria uma morte horripilante, os chamados
Overkills (mais tarde foi criada também a Vendetta, a versão
de Fatality desse jogo).

O jogo também tem gráficos muito bons, tanto nos personagens,
quanto nos cenários e uma trilha sonora legal.


Porém, ele peca no ponto principal de um game, a jogabilidade.

Eternal Champions tem controles bem esquisitos e fazer movimentos
especiais nele é um martírio e pra piorar o jogo é muito difícil.

Os lutadores apelam sem dó e quando você perde uma luta
é obrigado á voltar lutas anteriores, sem falar no chefe final
que tinha que ser derrotado umas cinco vezes e a sua
barra de sangue ficava praticamente a mesma para
enfrentá-lo.

Esses fatores afastaram os jogadores e Eternal Champions flopou.

No ano seguinte, foi lançada uma espécie de sequencia/atualização
para o Sega CD, chamada Eternal Champions: Challenge from
the Dark Side, que trazia novos personagens
e tentava equilibrar mais as coisas, mas não deu muito certo
e Eternal Champions foi esquecido pela Sega.


Bem, apesar de eu ser um péssimo jogador, eu me amarro
na história do jogo, por isso resolvi imaginar como seria
um reboot dele com gráficos atuais, jogabilidade menos complicada
e história revisada.

Vamos começar.









Um novo torneio




Irei dividir por categorias como eu faria esse novo game do Eternal Champions,
começando claro pela história que é o ponto principal.

Vamos lá.










Enrendo 




Duas entidades cósmicas irmãs, mas ao mesmo tempo inimigas,
 chamadas Eternal Champion e Dark Champion decidem resolver
a sua disputa milenar através de um torneio de
artes marciais entre dois times, reunindo guerreiros das mais diversas eras
da humanidade.


Todos esses guerreiros tiveram mortes horríveis e prematuras e caso
o seu time consiga vencer o torneio, terão a oportunidade de ter
uma nova vida.

As formações dos times são as seguintes:




Time Eternal Champion










Shadow Yamoto



 Shadow pertencia á uma organização
de assassinos chamada Black Orchid, organização essa,
onde os membros cumprem contratos.

Ela descobre que se falhar em uma missão será morta por
outro assassino da mesma organização.

Quando ela tenta se rebelar, acaba realmente sendo
assassinada ao ser jogada de cima de um prédio em
Tóquio.








Larcen Tyler





 Larcen era um gângster dos anos 20, que ironicamente
era contra matar e usava artes marciais para vencer os seus inimigos.

Ele acabou sendo traído e morto por seus chefes, que não gostavam
do jeito dele de fazer as coisas.








Jonathan Blade


 Jonathan Blade era um ex-policial 
que agia como caçador de recompensas em uma
futurista Síria.

Ele acaba morto, enquanto tentava impedir
um cientista louco de espalhar um vírus mortal
na Terra.












Jetta Maxx




Uma jovem russa de 1899 que era
acrobata circense e praticante de Savate.

Acaba morta durante uma apresentação por um vilão chinês que sabota
a corda bamba que ela usava, a fazendo cair para a morte.







Midknight 




Seu nome real é Mitchell Middleton Knight
e ele é um tipo de vampiro de origens científicas
parecido com o Morbius da Marvel.

Ele era um cientista que criou um soro que prolongava
a vida humana em centenas de anos, mas como
o governo queria utilizar a sua descoberta como arma,
Knight se recusou á entregá-lo.

Acabou recebendo uma dose incompleta do soro
e se tornou um vampiro.

Foi morto muito tempo depois, com uma estaca no
coração.







R.A.X. Coswell




Em um futuro distante, Coswell era um habilidoso
kickboxer, mas para ter o direito de lutar deveria ser
submeter á implantes cibernéticos como os seus adversários.

Mesmo sendo contra, Coswell acabou aceitando,
porém a sua armadura era cara e acabou sendo financiada
por um chefão do crime.

Certo dia, esse mesmo chefão exigiu que Coswell 
usasse truques sujos em uma luta, mas o lutador se recusou
e isso causou a sua morte.






Slash



Como fica claro pela a sua aparência Slash é
um homem das cavernas, porém ele é bem mais
esperto que os outros da sua espécie e até conseguiu
descobrir o fogo sozinho.

Os seus companheiros cheios de medo e superstições 
acabam matando Slash apedrejado por considerá-lo
uma força maligna.













Time Dark Champion



Como fiz com os heróis, agora irei detalhar os históricos 
dos vilões na minha versão
da história.


Uma coisa que preciso esclarecer
é que nem todos os personagens
são malignos na versão original, mas
nessa minha história, resolvi colocar alguns
como vilões para gerar um conflito entre eles.

Bem, vamos continuar.





Riptide



Seu nome real é Sophia De Medici, uma italiana
que resolveu se tornar uma pirata, aprendendo á lutar
Kajukenbo no processo.


Acabou sendo morta devorada por tubarões.

Riptide é uma das personagens
que não é má na primeira versão.


Na minha história ela teria rivalidade com
a Shadow.









Ramsés III



Ramsés III, foi um dos últimos grandes faraós do Egito
e teria levado o seu povo á uma nova era de prosperidade 
e evolução, porém ele foi  mais um que acabou sendo
morto, afogado no Nilo.

Isso é claro, era a sua história original, na minha
ele é um tirano que governava com mão de ferro,
até ser traído e morto por seus súditos.

O seu rival é o Larcen.







Raven Gindhar


Uma sacerdotisa vodu de 1802, que tinha controle limitado
sobre o tempo graças á ampulheta mística que utilizava.

Acabou sendo assassinada por um sacerdote maligno.


Na minha versão ela é uma cruel líder
de uma tribo de canibais e tem uma poderosa
bruxa, que usa o poder da ampulheta para se manter
jovem.

Mas acabou sendo traída e morta por seus
súditos.


A sua rival é a Jetta.






Xavier Pendragon 



Na história clássica, Pendragon é um
alquimista acusado injustamente de bruxaria
e queimado vivo na fogueira por isso.

Na nova versão, ele seria realmente um bruxo maligno.

Xavier luta Hapkido e é o seu rival é o Midknight.







Trident



Na história original, Trident era um gladiador de Atlântida
e lutava contra o Império Romano.

Na nova versão ele seria o líder do exército de guerreiros
da cidade e que estavam prestes á atacar a humanidade.

Porém, Trident acabou sendo morto e Atlântida afundou no
oceano.

Trident tem rivalidade com Slash.







Chin Wo


Na primeira história, Chin Wo é um lutador e acupunturista pacifista de 1815,
 que é incriminado por
assassinato e acaba condenado á morte.

Na minha ele seria um assassino profissional, que usa
agulhas como armas.


Ele teria rivalidade com o R.A.X.









Blast


Na primeira versão da história Thomas "Blast" Chávez era
um boina verde que durante a guerra do Vietnã foi traído
e morto em uma explosão.

Na minha trama, Blast seria um homem cruel com sede
de sangue que acabaria morto pelos seus próprios companheiros
por causa da sua grande crueldade.

O seu rival é o Blade.





Eternal Champion e Dark Champion



Como nas versões originais, ambos iriam continuar
sendo os chefes finais, tanto nos modos arcades, quanto no
história.

E isso claro iria variar levando em consideração
o time do personagem que o jogador escolhesse
(heróis enfrentam o Dark Champion, vilões o Eternal Champion).

Eu pessoalmente gostaria de mudar esses visuais deles.

Esses genéricos de Doutor Manhattan não
me agradam, o melhor seria que eles tivessem aparencia
humana e apenas os seus olhos fossem diferentes.










Jogabilidade e gráficos



A jogabilidade original era uma salada de coisas
tiradas do Street Fighter II com Mortal Kombat, mas
muito mal executada, tendo comandos esquisitos
e muito complicados.

O melhor seria simplificar isso e deixar a coisa
mais parecida com os recentes jogos de Mortal Kombat.

É claro as finalizações
Overkill e Vendetta estariam no jogo.

Outra coisa que poderiam pegar de inspiração
de MK são os gráficos realistas.

Levando em consideração, que o game teria
personagens de várias partes do mundo e de épocas diferentes,
isso ficaria muito interessante usando a tecnologia de
escaneamento digital de pessoas reais.

  



E é isso meus amigos, vou terminando essa minha postagem doida por aqui
e espero realmente que um dia a Sega resolva
ressuscitar Eternal Champions.














Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...