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sábado, 16 de junho de 2018

Jurassic World: Reino Ameaçado - Crítica





Antes de mais nada galera, preciso esclarecer uma coisa aqui.

Eu não escreverei nenhuma crítica de Han Solo, pelo simples fato
que eu ainda não consegui assistir ao filme.


O longa simplesmente evaporou dos cinemas perto de casa
e eu não tive como assisti-lo.

Então infelizmente não vai ter crítica de Han Solo.


Com isso esclarecido, hora de falar o que achei de
Jurassic World: Reino Ameaçado, o novo longa da franquia
Jurassic Park.






(Deu ruim...de novo.)


Bem, depois dos acontecimentos do filme anterior, finalmente desistiram
da ideia de fazer um parque de dinossauros, pois depois de dois desastres
que custaram vidas, tentar continuar com isso seria impossível.


Os dinos foram deixados á própria sorte na Ilha Nublar e estavam vivendo por lá
isolados da humanidade, porém o vulcão adormecido da ilha desperta 
e ameaça matar todos os dinossauros.

Owen Grady (Chris Pratt) e Claire Dearing (Bryce Dallas Howard)
vão em uma expedição na ilha em uma tentativa de salvar os animais, principalmente
a Blue, a velociraptor que Owen treinou desde filhote.

Porém o real objetivo da expedição não é salvar os dinossauros e sim
vendê-los como animais de estimação e potenciais armas vivas.

E claro, as coisas saem do controle.


Apesar de usar de muitos dos clichês da franquia, como
crianças em perigo e vilões que querem explorar os dinossauros
para enriquecer, Reino Ameaçado consegue trazer novos elementos
como boa parte da trama, se passar em lugares fechados
ao invés da selva, como é o costume e ter uma pegada mais de terror
se aproximando dos livros de Michael Crichton que deram origem
aos filmes.





(Se você disser que essa cena não dá medo vou ir aí te dá um soco.)


O longa apela menos para a nostalgia que o seu antecessor, mesmo
tendo a participação de Ian Malcon (Jeff Goldblum)
 e algumas cenas que fazem referencias ao primeiro longa, a pegada 
é um tanto mais sombria.


Eu diria que Reino Ameaçado tá mais pra o Mundo Perdido do que pro filme original.



Bem, o filme acaba de uma maneira bem ousada, digamos assim
e ficamos muito querendo saber qual será o futuro da franquia depois
desse final, pois o reino pode está ameaçado, mas o mundo é dos
dinossauros.








Título:

Jurassic World: Reino Ameaçado

(Jurassic World: Fallen Kingdom)

Ano: 2018

Direção: J.A. Bayona

Roteiro: Colin Trevorrow e Derek Connolly


Elenco: Chris Pratt, Bryce Dallas Howard,
Justice Smith, Daniella Pineda, 
Rafe Spall, James Cromwell, Isabella Sermon,
Toby Jones, Jeff Goldblum, entre outros.


Nota: 8/10








terça-feira, 22 de maio de 2018

Deadpool 2 - Crítica



Olha quem voltou criançada !!!

O Mercenário Tagarela mais politicamente incorreto do cinema (e das HQs),
o nosso querido Deadpool.






Pois é, e o filme já se envolveu em uma polêmica aqui no Brasil, antes
mesmo da sua estréia, a sua classificação indicativa indecisa.



Mas chega de conversa fiada, vamos agora ver
se o novo filme desse pansexual com parafusos soltos
está no mesmo nível que o primeiro.







(Maniac, literalmente.)



A história aqui é a seguinte, Wade (Ryan Reynolds) precisa
proteger um garoto mutante com poderes pirocinéticos.

"-Proteger de quem, seu corno ?", você pode está
se perguntando e eu respondo: "- Mas respeito, se não eu conto
o final do filme, seu bostinha e pra ser corno é necessário
ter uma mulher, algo que eu nunca tive."



Bem, como eu dizia...escrevia...digitava,
o Deadpool precisa proteger o moleque de um cara boladão do
futuro e não, não é o Schwarzy, é o Cable (Josh "Thanos" Brolin)
e pra isso ele vai montar uma equipe e se meter em muita confusão
em ritmo de azaração.



Tá como no primeiro filme, o "roteiro" é só uma desculpa
para cenas de ação e a comédia que tanto gostamos
de ver com esse piradão de vermelho.


Mas felizmente eles conseguem aproveitar bem a trama
e  fizeram (de novo) a porr@ de um filme divertido.







(Uma mulher negra, um deficiente mental e um senhor de idade.
Repitam comigo: R-E-P-R-E-S-E-N-T-A-T-I-V-I-D-A-D-E.
CHUPA PANTERA NEGRA.)




Apesar de ser vendido como um filme politicamente incorreto
e classificação 18 anos 16 anos, Deadpool 2 é um filme
para toda a família, pois vejam só, ele tem
representatividade.

Temos um casal homossexual, uma ceguinha,
um indiano e uma mulher negra, mas ela não é só
uma mulher negra.

É uma versão negra de uma personagem branca dos quadrinhos.


A Dominó das HQs é albina, a do filme é vivida pela
gatissííííííma Zazie Beetz e acabou não fazendo
diferença a cor da pele, já que os seus poderes e personalidade
são parecidos com o original.



Por falar em semelhanças com os quadrinhos, o filme
faz várias homenagens á eles, incluindo aparições
surpresas de personagens de peso (PESO) do
universo dos X-Men.





(Isso é com certeza uma homenagem ao único filme que presta do DCEU.)



Bem, como eu sou um "crítico de cinema" (ha ha ha) com bagagem,
não tenho com o que mais enrolar nessa "crítica", então vou terminar com
o que eu entendo.


As cenas de ação são boas, mas nada realmente marcante.

Os efeitos especias variam, tem cenas que o Colossus tá meio fake
(Nada no nível bigode mal apagado, felizmente).


O roteiro como eu já disse, é bom e sabe até falar sério quando
é preciso, sem falar que o filme mesmo sendo um besteirol do cacete,
passa até uma boa mensagem no final.



As piadas variam, muitas são ótimas, outras
são fracas, mas você vai mais rir, do que ficar
olhando com cara de bunda pra tela (coisa que acontece
comigo quando assisto qualquer filme do Zeca Snyder.)



Pra finalizar, o filme é bom, larga de ser mão
de vaca e vai ver, nada de ver em piratão ou em
torrent karai, vai no cinema seu bostinha.

Ah e não saia antes das duas melhores
cenas pós-créditos da história do cinema, cole
a bunda na cadeira e fique lá.






E isso galera, até a próxima e cuidado com as vacas.






Título:

Deadpool 2

Ano: 2018

Direção: David Leitch

Roteiro: Rhett Reese, Paul Wernick e Ryan Reynolds.




Elenco: Ryan Reynolds, Morena Baccarin, 
Josh Brolin, Zazie Beetz, T.J. Miller,
Terry Crews, Brianna Hildebrand, entre outros.


Nota: 8/10




(Não acredito que foi o Liefeld quem desenhou isso.)


sábado, 12 de maio de 2018

As Minhas Dez Músicas Favoritas.






Hoje resolvi fazer mais uma das
raras postagens sobre músicas no blog, já que o meu conhecimento nessa
área é extremamente limitado, eu não me arrisco muito, mas
acho que vou conseguir não falar besteira ou passar
informação equivocada no post de hoje, pois falarei
das minhas dez músicas favoritas e evidente que
eu sei mais delas, do que da maioria das outras.

Vamos lá.















10 - Song For You - John Miles (1983)




Lançada em 1983, no álbum Play On,
Song For You é uma canção do cantor John Miles.

A música é daquelas que te faz viajar e apesar de ser romântica, a letra fala de um cara
que está se separando de uma mulher que só lhe trouxe problemas, mas é difícil pra
ele, pois o mané a ama assim mesmo.

É, é uma história bem comum.











9 - Maneater - Hall & Oates (1982)



Maneater é uma canção de 1982 da dupla
Daryl Hall e John Oates, ela faz parte
do álbum H2O da dupla.

Como Song For You, é uma daquelas músicas
que faz viajar na maionese.

A letra conta a história de um cara avisando o seu amigo pra tomar cuidado com
uma mulher fatal, uma devoradora de homens (Maneater em inglês).













8 - Maniac - Michael Sembello (1983)




Se tem uma música que define os anos 80,
essa música é Maniac.

Composta por Michael Sembello e lançada em 1983, a música era um dos temas do
filme Flashdance, um dos filmes de maior sucesso daquela década.

Inspirada em um filme de terror de mesmo nome, o Maniac  de 1980,
a letra da música é basicamente a mesma história do filme 
pra qual foi composta, ela é
sobre uma garota pacata, que na hora de dançar se libera
e parece uma maníaca.

A música já foi regravada algumas vezes,
mas nenhuma delas se comparam á versão original.







7- Enjoy The Silence - Depeche Mode (1990)


 Depeche Mode é uma banda de música eletrônica e rock
e as músicas deles sempre tem uma pegada meio
psicodélica.

A Minha favorita é a Enjoy The Silence 
do álbum Violator de 1990.


A letra é sobre um cara que afirma que
as palavras machucam e por isso ele prefere
o silêncio.

O clipe de Enjoy The Silence também é muito interessante e mostra o vocalista
Dave Gahan  vestido de rei e usando uma cadeira de praia.
Ele viaja para
vários lugares do mundo e nunca para em nenhum deles,
uma metáfora para um rei sem um reino.

A música foi regravada várias vezes, mas a minha versão alternativa
favorita é a de Ki: Theory, que foi usada em um dos trailers
do longa live-action de Ghost in The Shell.















6- Easy Lover - Phil Collins e Philip Bailey (1984)



Essa música é resultado da parceria entre os cantores
Phil Collins e Philip Bailey sendo composta
e cantada por ambos.

Easy Lover era parte do álbum Chinese Wall de Philip
e se tornou um sucesso na época.

A letra dela é parecida com a de Maneater, fala
sobre uma mulher fatal que adora destruir
corações alheios.












5- Part Time Lover - Stevie Wonder (1985)




Acho que posso dizer que a grande maioria das pessoas que curtem
uma boa música, deve gostar de pelo menos uma música do
Stevie Wonder.

Seja My Cherie Amour ou Superstition.

Eu gosto de várias dele, mas a Part Time Lover 
é de longe a minha favorita.


Lançada em 1985, ela faz parte do álbum
In Square Circle e foi uma das mais tocadas
naquele ano.

A letra é...um tanto safadinha e conta
a história de um marido que trai a esposa,
enquanto a esposa faz a mesma coisa, 
só que com o marido da amante
de seu esposo.

Por isso Part Time Lover (Amante de meio expediente).












4- Say Say Say - Michael Jackson e Paul McCartney (1983)


Eu gosto de praticamente todas as músicas do Michael Jackson,
pois afinal de contas o cara era um gênio.

Porém a minha favorita do mesmo, é justamente a que ele
fez em parceria com outro gênio, Paul McCartney.

Lançada em 1983, no álbum Pipes of Peace de
McCarteney, a música é muito boa de se escutar.

A letra é sobre um cara apaixonado, mas que não
é correspondido, mas o melhor sobre essa
música é o clipe, aonde Michael e Paul
são dois golpistas na época do Velho Oeste.

















3- Cherish - Kool and The Gangs (1984)



Uma das maiores músicas românticas de todos os tempos,
assim pode ser qualificada Cherish canção do
grupo Kool and The Gangs, lançada no álbum
Emergency de 1984.

Essa música foi um dos maiores sucessos daquela época
e acabou ficando relacionada com festas de casamento,
(talvez pelo fato do clipe mostrar isso).


A letra é sobre um casal que se ama e quer passar
todo o tempo possível juntos.


O clipe como eu já citei, mostra uma festa de casamento
na praia e um romance entre um dos integrantes da banda
e uma sereia.














2 - Sara - Starship (1985)



Sabe aquelas música que te fazem viajar na maionese e sentir
saudade de épocas e coisas que nem sequer viveu ?

Sara é uma dessas.

Lançada em 1985 no álbum Knee Deep in The Hoopla,
Sara é uma excelente e muita gostosa de ouvir, música
romântica da banda de rock Starship.

Pelo título já dá pra notar que ela é uma declaração
de amor, para uma garota chamada Sara
(que era o nome da esposa do vocalista Mickey Thomas na época).

O videoclipe de Sara, também é impactante, ele conta
a história triste de um rapaz (Mickey) que perdeu a mãe quando garoto
em um furacão e agora precisa lidar com o rompimento 
do seu relacionamento com a Sara da canção.
 E pra piorar, 
no final do clipe fica implícito que Sara terá o mesmo
destino da mãe de Mickey, já que um novo
furação começa a ser formar na direção onde ela
foi embora de carro.












1- Everybody Wants Rule The World - Tears For Fears (1985)



E chegamos nela a minha música favorita de todos os tempos,
Everybody Wants Rule The World do Tears For Fears.



Tears For Fears é uma banda que acumulou clássicos durante os
anos, músicas como Shout e Woman in Chains
alegraram os ouvidos de muita gente, mas a que mais
me agrada é a Everybody.

Lançada em 1985, no álbum Songs for The Big Chair,
a música tem como tema uma dominação mundial
e que não haverá escapatória para ninguém (Illuminati ?).

Mesmo com essa letra um tanto sombria, a música é
espetacular e uma verdadeira benção para os ouvidos.

Ela fez um sucesso espantoso na época e é tocada
até hoje nas rádios.


Everybody foi regravada várias vezes 
e por vários artistas diferentes, mas nenhuma desses
remixes fazem justiça á versão original.

Na verdade uma das regravações mais recentes, é 
péssima.

A da cantora Lorde e usada como tema
do filme Jogos Vorazes: Em Chamas.


Outro filme recente que usa a música, mas felizmente com a sua versão original é




Bem, é isso galera, chegamos ao fim e depois
de ler essa lista, vocês podem chegar á uma conclusão
sobre meu gosto musical.

Todas as músicas que eu gosto são dos anos 80 ou começo
de 90 e são internacionais.


Eu digo, que não, eu também gosto de músicas de outras épocas
e gosto bastante de artistas nacionais também como
Cazuza e Paralamas do Sucesso, só que as músicas deles
não estão entre as minhas favoritas, fazer o que ?!




E pra finalizar aqui vai uma playlist com
as músicas no Youtube.

Até a próxima e fujam
do Funk, Forró, Axé, Sertanejo e etc, etc, etc.





















sexta-feira, 11 de maio de 2018

Grandes Mães da Ficção




Fala aí meus amigos.

Hoje é uma data muito especial, é Dia das Mães e para 
homenagear essas mulheres que aturam
toda a bagunça e porcarias que nós, seus fillhos
fazemos resolvi escrever uma pequena lista,
com cinco grandes e esforçadas mães da ficção.











5º - Marge Simpson


E começamos a lista com uma das mães mais sofridas,
nossa querida Marge Simpson.

Além de criar três filhos, (um deles bem problemático, vocês sabem quem)
 Marge precisa aguentar
as besteiras que seu marido faz, já que ele chega
á ser mais imaturo que os seus próprios filhos.

Mas Marge sempre consegue dá um jeito de resolver
as situações e busca sempre educar os seus filhos
da melhor maneira possível.











4º - Chi-Chi


Uma mãe que passa por situações parecidas com as de Marge,
é a sempre irritada Chi-Chi.


Vejam bem, em um mundo aonde guerreiros destroem 
montanhas com os punhos, Chi-Chi tenta
educar os seus filhos para que sejam alguém na
vida e não "delinquentes" que vivem arrumando brigas
com aliens por aí.

Não ajuda em nada o fato, que o marido da mesma faz
justamente isso, sendo um péssimo exemplo pros filhos
(além de ser ausente, Goku realmente não é o pai do ano).

Por isso Chi-Chi é tão dura com os seus filhos Gohan e Goten,
ela não quer que eles sejam como o pai.

A Chi-Chi só quer o melhor para os filhos, mesmo
que exagere pra conseguir isso.












3º - May Parker 


Tá, eu sei que a senhora Parker não é a mãe biológica do Peter,
mas como sabemos, mãe é quem cria não é ?!

Ao lado do seu marido Ben, May adotou o sobrinho e o criou
como filho.

Muitos dos valores que o herói teria na vida adulta,
veio dos ensinamentos de seus tios.

E mesmo quando Ben faleceu, May aguentou firme
e sempre quis se mostrar forte para o Peter, até
mesmo escondendo dele, contas que ela sabia
que o rapaz não teria como pagar, por isso 
resolvia não preocupá-lo.

E mesmo quando o Peter se revelou como Homem-Aranha
para o mundo, a senhora Parker o apoiou e ficou orgulhosa
do sobrinho ser um super-herói.










2º - Martha Kent




"- Porque você disse esse nome ?"

Desculpem, eu não resisti, reclamem com o Zack Snyder por isso.


Bem, o caso da Martha Clark Kent é bem especial.

Ela e o seu marido Jonathan, adotaram e criaram
um menino alienígena.

E mesmo quando esse menino começou a desenvolver
cada vez mais espantosos super poderes, o casal
não pirou, eles ajudaram Clark á controlá-los.

Como May e Ben, influenciaram Peter á ser quem é,
o casal Kent fez o mesmo com o Clark.

Os valores e ideais que o transformariam
no maior super-herói de todos os tempos, vieram deles.
(Mais uma coisa, que Snyder e companhia não entenderam nos filmes atuais).















1º- Sarah Connor



Imagine você saber que no futuro a humanidade entrará
em guerra com uma inteligência artificial e que o seu filho
ainda nem nascido, será o líder e salvação dos humanos ?!


É uma responsabilidade do cacete, é por isso que
a Sarah Connor, precisa está na primeira posição.


Sarah amava o seu filho, mas sabia que precisava 
ser dura com ele, treiná-lo severamente, por causa
do que ele teria que fazer no futuro.

Sarah amava o filho, mas não poderia ser egoísta, ela
sabia que John tinha um destino maior e ela estava
disposta á sacrificar tudo, até a sua própria vida
pelo filho.




E é isso galera, Feliz Dia das Mães, dê um beijo
e um abraço na velha e nunca se esqueça,
Dia das Mães, é todo dia.








sábado, 28 de abril de 2018

Vingadores: Guerra Infinita: Crítica.



É a cena pré-créditos de Os Vingadores.

Vemos o ser espacial conhecido como o "Outro" (Alexis Denisof), relatando
para alguém, que os humanos são mais perigosos do que se imaginava e que 
"provocá-los é cortejar a morte."

A figura com quem ele fala, se levanta de seu trono, 
olha sobre os ombros e sorrir, revelando ser Thanos.

Essa foi a primeira aparição do Titã Louco no cinema e desde
então esperávamos por seu filme.

Finalmente a espera acabou.


Lançado no último dia 26, Vingadores: Guerra Infinita
chegou para abalar o universo cinematográfico da
Marvel e é o clímax depois de dez anos de filmes.







(O crossover supremo.)


Logo quando o filme começa, já percebemos que não estamos diante de um filme padrão do
Marvel Studios, já que a sua famosa intro tem uma melodia
bem mais sombria do que o habitual.


Aí quando história tem início pra valer, nós temos
certeza que o filme é realmente mais sombrio
pois as mortes já vem de cara.

Vemos tudo pelo ponto de vista do vilão, o ponto de vista de Thanos (Josh Brolin).

Que apesar de cruel e insano, é um vilão com
muito mais camadas que o normal.

Ele é mal sim, mas tem um plano, um propósito
e não pretende deixar nada e nem ninguém ficar no seu caminho.

Thanos deseja todas as Joias do Infinito e com elas
trazer equilíbrio para um universo caótico.



Para enfrentar a ameça de Thanos, Vingadores,
Guardiões da Galáxia, Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch),
Pantera Negra (Chadwick Boseman), Homem Aranha (Tom Holland)
entre outros vão precisar trabalhar em conjunto.


Mas talvez isso não seja o suficiente.





(Unidos venceremos ?)



O roteiro de Guerra Infinita, escrito por  Christopher Markus e Stephen McFelly
é muito bom.

Ele aborda Thanos de uma maneira ótima e muito bem
desenvolvida.

Thanos é o antagonista e o protagonista ao mesmo tempo.

Entendemos a sua motivação e conseguimos
até ter empatia por ele.

Na verdade a sua história chega
á ser até mais interessante que a sua versão das HQs.

As interações entre personagens que
não haviam se conhecido antes também são
ótimas.

Como as cenas hilárias entre o Thor e os Guardiões da Galáxia
e o embate de egos de Tony Stark (Robert Downey Jr.)
e o Doutor Estranho.






(Trabalho de equipe.)




As cenas de ação de Guerra Infinta são incrivelmente boas
e a violência é maior do que a dos filmes anteriores.

As lutas tem peso e a chamada "porrada fofa" 
que alguns acusam a Marvel de fazer não
existe nesse filme.


Em relação ao CGI, ele varia um pouco.

Porém não há o que reclamar de Thanos, que está incrivelmente bem feito.

Em algumas cenas, seu rosto está tão realista,
que parece que pintaram o Josh Brolin de roxo.








(Porém...)




Porém nem tudo é perfeito.

Os Filhos de Thanos, a Ordem Negra não é muito bem resolvida
e o seu CGI soa muito artificial em algumas cenas.

Outro problema é que por ter muitos personagens,
alguns ficam um pouco de lado na trama, como
o Capitão América (Chris Evans) e o seu time.

Mas é algo até compreensível.


Bem, Vingadores: Guerra Infinita é um dos filmes mais sombrios do estúdio e não é
exagero exclamar isso.



O seu final é impactante e também muito corajoso.


A Marvel se esforçou para fazer um filme diferente
do habitual dessa vez.



E a ansiedade para ver o quarto filme no ano que vem
não poderia está maior.



Parabéns Marvel Studios, você conseguiu.









Título:

Vingadores: Guerra Infinita

(Avengers: Infinity War)

Ano: 2018

Direção: Joe e Anthony Russo

Roteiro: Christopher Markus e Stephen McFelly.


Elenco: Josh Brolin, Robert Downey Jr.
Zoe Saldana, Chris Hemsworth,
Chris Evans, Scarlett Johansson,
Benedict Cumberbatch, Chris Pratt,
Elizabeth Olsen, Paul Bettany,
Tom Holland, Chadwick Boseman,
entre outros.



Nota: 9/10









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